Para Arendt, o que deve servir de fasquia para aqueles que estão comprometidos com a política, são os acontecimentos, do passado e do presente, e não qualquer “gadget” das ciências sociais. Esta é uma crítica pertinente que ela faz aos cientistas sociais, e a sua relativa preocupação com a História, para não se repetirem os mesmos erros do passado.